Tu eres mi angel

Domingo, Agosto 23, 2009


A QUESTAO DOS "IRMAOS" DE JESUS

Os católicos acreditam na virgindade permanente
de Nossa Senhora, isto e', que Maria se tornou Mãe de Jesus,
verdadeiro Filho de Deus, e permaneceu sempre virgem:
antes, durante e depois do parto.

Contra esta fé, os protestantes usam o argumento
de que vários textos do Novo Testamento falam
dos "irmãos" de Jesus,
que chamam Jesus de "filho primogênito".
O que dizem os textos do Novo Testamento?

São sete os textos do Novo Testamento
que mencionam irmãos de Jesus:
Mc 6, 3; Mc 3, 31-35; Jo 2, 12; Jo 7, 2-10; At 1, 14; Gl 1,19; 1 Cor 9, 5.

Conforme Mc 6, 3 e Mt 13, 55, chamavam-se Tiago, Jose', Judas e Simão.
O texto mais expressivo e' o de Mc 6, 3:
"Tendo Jesus pregado em Nazaré, sua cidade natal,
os ouvintes, admirados, perguntavam donde Lhe
provinha tanta sabedoria, e acrescentaram:
'Não é ele o carpinteiro, o filho de Maria e irmão de Tiago,
de José, de Judas, de Simão?
E as suas irmãs não estão aqui entre nós?"
É um texto muito claro e muito precioso,
porque nos diz até os nomes dos irmãos de Jesus.
Mas exatamente isto nos ajuda,
porque há outros textos que nos dizem quem
são estas pessoas citadas aqui como irmãos de Jesus.
Vamos comparar este texto com os dois outros.

Mt 27, 56 nos diz que, entre as mulheres que
assistiram a crucifixão de Cristo, estavam
"Maria Madalena e Maria mãe de Tiago
e de José e a mãe dos filhos de Zebedeu"
(veja também Mc 15, 40: "Achavam-se ali também
umas mulheres observando de longe.
Entre as quais Maria Madalena, Maria,
mãe de Tiago Menor e de José, e Salomé...")

Os dois textos acima, definem, que havia,
aos pés da cruz, uma mulher chamada Maria e
que era mãe de Tiago e de José,
os mesmos nomes que são chamados no Mc 6, 3
de irmãos de Jesus.

Esta Maria era a mãe de Jesus (esposa de José) ou uma outra Maria?
A esta pergunta responde São João, capítulo 19, versículo 25. Vejamos:

"Estavam junto à cruz de Jesus sua mãe,
a irmã de sua mãe, Maria esposa de Cleofas,
e Maria Madalena".

Os dois textos indicam que a mãe de
Tiago e de José era a irmã de Nossa Senhora.
Segundo o testemunho de um mais antigo historiador da Igreja,
do século II, Hegesipo, Maria (a irmã de Nossa Senhora) e
Cleofas, eram os pais de Tiago e José;
tinham um terceiro filho, Judas (não Iscariotes),
o qual no inicio da sua epístola se apresenta
como irmão de Tiago.
Segundo Hegesipo, ainda, Cleofas era irmão de São José.
Quanto ao Simão, o quarto dos "irmãos" de Jesus,
Hegesipo o apresenta também como filho de Cleofas.

Não são, portanto, os irmãos carnais de Jesus os quatro citados:
Tiago, Jose', Judas e Simão, mas simplesmente primos de Jesus!

Se são primos, por que são chamados de "irmãos"?

É muito simples, mas para compreender isso
devemos compreender a cultura dos tempos e
do pais onde Jesus viveu.
As pessoas, no tempo e no pais de Jesus,
falavam a língua chamada aramaico.
Era uma língua muito antiga, mas também bastante
pobre em expressões, quer dizer, que uma palavra
significava mais de uma coisa ou designava
mais de uma realidade.
As pessoas entendiam o significado
conforme as circunstâncias.
Já os paises vizinhos, falavam a língua grega,
mais rica em vocábulos e conceitos.
A Bíblia, e especialmente o Novo Testamento,
foi escrita na maior parte no ambiente aramaico,
mas algumas partes foram concebidas no ambiente grego.
Na questão que nos interessa, uma única palavra "ha" (irmão),
no ambiente aramaico, significava membro de uma família,
isto é, não somente os filhos dos mesmos genitores,
mas também os primos ou até parentes mais distantes.
Há no Novo Testamento lugares onde se usa a palavra "primo".
É exatamente onde se compreende a influência
da língua grega nos textos do Novo Testamento.

Como exemplo, vamos citar alguns textos
do Antigo Testamento:
Gn 13, 8: "Abraao disse a seu sobrinho Lote, filho do seu irmao:
'Somos irmaos' ".
Ver tambem Gn 14, 14-16. Gn 29, 12-15: Jaco' se declara
irmão de Labao, quando na verdade era filho de Rebeca,
irmã de Labao.
Ver ainda: 1 Cr 23, 21-23; 1 Cr 15, 5; 2 Cr 36, 10;
2 Rs 10, 13; Jz 9, 3; 1 Sm 20, 29. Filho primogênito

O Evangelho de São Lucas diz:
"E deu (Maria) à luz seu filho primogênito e,
envolvendo-o em faixas, reclinou-o num presépio;
porque não havia lugar para eles na hospedaria" (Lc 2, 7).
Para alguns o termo "primogênito" significaria que
Jesus seria o filho primeiro, após o qual teriam de vir outros.
Acontece que quem pensa assim demonstra
um total desconhecimento do sentido bíblico da palavra "primogênito".
Ela se refere não à quantidade (= primeiro na fila),
mas à qualidade, isto é, a primogenitura significava
a posição privilegiada do filho que nasceu primeiro
e por isso dotado de especial amor dos pais,
de especiais bênçãos de Deus,
com direito a herança e como cabeça da família,
chefe dos outros irmãos, se os tiver.
Não significa, em absoluto, que era chamado "primogênito"
porque havia outros após ele.
Poderia bem ser filho único e ser chamado "primogênito",
pois sobre ele pousava o privilegio da primogenitura.
Usando esta expressão, São Lucas quis destacar o caráter
singular desta natividade para a Sagrada Família,
fato que para cada família era motivo de grande alegria.
Com freqüência, na Bíblia e nas expressões antigas
encontramos expressões onde "primogênito"
significa também "unigênito".
E' o caso de uma inscrição sepulcral judaica,
datada do ano 5 antes de Cristo e descoberta
em Tell el-Yedouhieh (Egito) no ano 1922:
lê-se aí que uma jovem mulher chamada Arsinoe'
morreu "nas dores do parto de seu filho primogênito".
A palavra "primogênito" significa apenas aquele
antes do qual não houve outro,
não necessariamente aquele apos o qual houve outros.
"Mulher, eis ai' teu filho..." (Jo 19, 26)

Ao morrer na cruz, Jesus confiou a sua Mãe
ao discípulo São João.
Se Maria tivesse outros filhos,
seria lógico que esses assumissem os
cuidados pela mãe, ainda mais no ambiente judaico.
Jesus teria feito um grande desaforo `a sua família se,
tendo irmãos carnais, entregasse a
sua mãe a uma pessoa estranha!

OBS.: Este texto e' uma copia de
trechos de dois artigos publicados
na revista "Cavaleiro da Imaculada"
- N. 176/177 - agosto/setembro/1993
Os artigos são baseados no livro
"Diálogos Ecumênicos" de D. Estevão Bittencourt.

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Hora 5:06 PM
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Segunda-feira, Março 30, 2009

Recebi por e-mail da minha amiga Bea...
achei interessante as palavras do Pe.Fabio...
vale a pena ler.

DEPOIMENTO DE
Pe. Fabio de Melo


A graça de ser só
Há pessoas que acham um absurdo o fato de padre não poder casar

Ando pensando no valor de ser só.

Talvez seja por causa da grande polêmica

que envolveu a vida celibatária nos últimos dias.

Interessante como as pessoas ficam

querendo arrumar esposas para os padres.

Lutam, mesmo que não as tenhamos

convocado para tal,

para que recebamos o direito de

nos casar e constituir família.

Já presenciei discursos inflamados

de pessoas que acham um absurdo

o fato de padre não poder casar.

Eu também fico indignado,

mas de outro modo.

Fico indignado quando a sociedade

interpreta a vida celibatária

como mera restrição da vida sexual.

Fico indignado quando vejo as

pessoas se perderem em argumentos rasos,

limitando uma questão tão complexa

ao contexto do

"pode ou não pode".

A sexualidade é apenas um detalhe da questão.

Castidade é muito mais.

Castidade é um elemento que

favorece a solidão frutuosa,

pois nos coloca diante da

possibilidade de fazer da vida

uma experiência de doação plena.

Digo por mim.

Eu não poderia ser um homem casado

e levar a vida que levo.

Não poderia privar os meus filhos

de minha presença para fazer as escolhas que faço.

O fato de não me casar,

não me priva do amor.

Eu o descubro de outros modos.

Tenho diante de mim

a possibilidade de ser daqueles

que precisam de minha presença.

Na palavra que digo,

na música que canto

e no gesto que realizo,

o todo de minha condição humana está colocado.

É o que tento viver.

É o que acredito ser o certo.

Nunca encarei o celibato como restrição.

Esta opção de vida não me foi imposta.

Ninguém me obrigou a ser padre,

e, quando escolhi sê-lo, ninguém me enganou.

Eu assumi livremente todas

as possibilidades do meu ministério,

mas também todos os limites.

Não há escolhas humanas que

só nos trarão possibilidades.

Tudo é tecido a partir dos avessos e dos direitos.

É questão de maturidade.

Eu não sou um homem solitário,

apenas escolhi ser só.

Não vivo lamentando o fato de não me casar.

Ao contrário, sou muito feliz

sendo quem eu sou e fazendo o que faço.

Tenho meus limites, minhas lutas cotidianas

para manter a minha fidelidade,

mas não faço desta luta uma experiência de lamento.

Já caí inúmeras vezes ao longo de minha vida.

Não tenho medo das minhas quedas.

Elas me humanizaram e me ajudaram

a compreender o significado da misericórdia.

Eu não sou teórico.

Vivo na carne a necessidade

de estar em Deus para que

minhas esperanças continuem vivas.

Eu não sou por acaso.

Sou fruto de um processo histórico

que me faz perceber as pessoas

que posso trazer para dentro do meu coração.

Deus me mostra.

Ele me indica,

por meio de minha sensibilidade,

quais são as pessoas que

poderão oferecer algum risco

para minha castidade.

Eu não me refiro somente

ao perigo da sexualidade.

Eu me refiro também às pessoas

que querem me transformar

em "propriedade privada".

Querem depositar sobre mim

o seu universo de carências e necessidades,

iludidas de que eu sou o

redentor de suas vidas.

Contra a castidade de um

padre se peca de diversas formas.

É preciso pensar sobre isso.

Não se trata de casar ou não.

Casamento não resolve os problemas do mundo.

Nem sempre o casamento acaba com a solidão.

Vejo casais em locais públicos

em profundo estado de solidão.

Não trocam palavras nem olhares.

Não descobriram a beleza dos

detalhes que a castidade sugere.

Fizeram sexo de mais,

mas amaram de menos.

Faltou castidade,

encontro frutuoso,

amor que não carece de sexo o tempo todo,

porque sobrevive de outras formas de carinho.

É por isso que eu continuo aqui,

lutando pelo direito de ser só,

sem que isso pareça neurose

ou imposição que alguém me fez.

Da mesma forma que eu

continuo lutando para que os

casais descubram que o casamento

também não é uma imposição.

Só se casa aquele que quer.

Por isso perguntamos sempre

– É de livre e espontânea vontade que o fazeis?

– É simples.

Castos ou casados,

ninguém está livre das obrigações do amor.

A fidelidade é o rosto

mais sincero de nossas predileções.

(Pe. Fabio e Melo)

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Hora 10:54 AM
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Sexta-feira, Março 13, 2009

O silêncio de Deus

Às vezes Deus fica em silêncio.

Parece distante, inatingível,
parece que não ouve, não vê.
Um silêncio que fere os ouvidos.

E às vezes fica em silêncio, porque?
(como entender?)
precisamos do silêncio de Deus.

Deus em silêncio,
faz com que ouçamos melhor
nossa própria consciência.

Deus em silêncio,
faz com que ouças vozes ao redor,
de quem também sofre ou está sofrendo,
cheguem até nós.

Deus fica em silêncio,
porque não tem pressa
e havemos de aprender a esperar,
(a esperar um pouco mais)
e confiar.

Deus que sempre fala,
às vezes fica em silêncio.
E é preciso muita atenção,
atenção redobrada
para ouvir, para entender,
o silêncio de Deus...

(Carlos Novaes)

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Hora 8:59 PM
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Quarta-feira, Março 11, 2009


MEU TESTEMUNHO

Sou devota de Nossa Senhora das Graças

vou descrever aqui um sonho lindo
que eu e meu filho tivemos..

No dia 24 de Outubro de 2001 eu passei por uma
complicada cirurgia para a retirada de nódulos (câncer),
nódulos estes que eram malignos ductal invasivo grau III,
em metástases...para os médicos oncologistas
este é o "piorzinho" que existe...
mas para Deus...nada é impossível.
Logo na primeira semana em que eu passei pela cirurgia
meu filho Leandro havia feito a primeira Eucaristia e
ele ganhou um rosário lindo, pequenino...
especial para crianças.
Durante a noite eu tive um sonho lindo...
sonhei que eu estava na cama e quando eu olhei
lá estava Nossa Senhora das Graças...
Linda...com o manto azul ao pé da minha cama,
e Ela estava com os braços estendidos em minha direção
e Luzes claras vinham em minha direção...
lembro que eu a Vi tão linda e eu perguntei para Ela:
_Nossa Senhora...eu vou sarar?...
mas Ela nada me respondeu...
apenas me enviava Luzes e me olhava..
Ela estava tão linda...


Acordei...sabe quando a gente acorda e
fica sem saber se foi um sonho
ou uma visão de tão real...
pois eu estava assim, quando levantei e fui até a cozinha...
eu ia começar a contar meu sonho para minha mãe
e nisto chegou o meu filho...aquele que tinha
feito a Primeira Eucaristia e tinha recebido aquele
rosário lindo, e antes que eu começasse
a contar meu sonho meu filho disse:
_Mãe...tive um sonho tão lindo...e ele começou a contar...


Ele sonhou que estava na sala segurando o rosário
e que o rosário se transformou
em um coração e que este coração brilhava muito...
ele disse que se levantou da sala e
chegou até o meu quarto para me contar sobre o rosário...
mas que quando chegou lá ele viu Nossa Senhora,
ele disse que Ela estava aos pés da minha cama e que me
enviava luzes, meu filho disse ainda que ele sentou-se
na cama e que segurou no manto
de Nossa Senhora...e que era um tecido azul...
diferente de todos...
meu filho Leandro
disse que ele escutou eu perguntando para Nossa Senhora
se eu ia sarar, e que Nossa Senhora
fez o meu filho prestar atenção no que Ela ia responder,
pois ele que iria me falar...
Nossa Senhora respondeu que assim que eu tirasse os pontos
e o dreno eu ia ficar boa..boa...

Este foi o sonho que meu filho teve...

creio que vocês perceberam que o mesmo sonho
que eu tive meu filho Leandro também teve,
na mesma noite...
a única diferença é que
eu apenas pude ver Nossa Senhora,
já meu filho pode escutar sua palavras...

Ela usou meu filho
para me passar a mensagem...

Este testemunho é verdadeiro,
fato acontecido comigo e com meu filho Leandro
em Outubro de 2001...

...lembro que no dia 24/10/2001 o médico que
me operou disse que eu teria apenas 2 meses de vida...
por isso eu posso afirmar que
se hoje eu estou viva é graças a intercessão
desta adorável Mãezinha que
nos protege em
todos os momentos
de nossas vidas.

Fiquem com Deus

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Sexta-feira, Fevereiro 13, 2009

O CONFORTO DA ORAÇÃO

Nos momentos de dor e tristeza,
esta difícil suportar a dor no peito?
Procure o conforto da oração...
Deus está a ouvir...

Quando você-O procura, Ele mansamente envolve sua alma em luz e paz... Ele oferece a você condições de vencer suas limitações e dificuldades...

Ele lhe dá forças para enfrentar os obstáculos
se faz presente e ilumina sua mente
para que encontre as
soluções necessárias para os problemas...

Na oração, entregue-se de corpo e alma,
silencie sua mente e
sinta-se capaz de ouvir o seu coração...
A confiança começará a envolvê-lo
e você poderá, mais claramente,
identificar os caminhos a tomar...

Deixe Deus entrar em seu coração...
Ele esta na porta, só esperando que você a abra e
O convide para morar com você...

Essa convivência vai operar
maravilhas em sua vida...
Vamos orar!

"Senhor, começo esse dia lhe agradecendo pelas bênçãos
e pelas provas,pois em meio a provas
que somos aprovados, nos ensina Senhor a sermos
exemplos vivos do teu amor aqui no lugar onde estamos,
ensina-nos Senhor a ser testemunhos vivos
e que através de nós outras pessoas te ame Senhor ,
abre porta aos que precisam de um trabalho,
torna agradável o ambiente daqueles que se sentem perseguidos.
Toca na vida financeira de cada um
com providencia divina e se preciso for,
trás a existência aquilo que não existe,
pois Tu ó Deus és o dono de todo ouro e de toda prata.
Te amamos Senhor e cremos que em Ti
todas as coisas são possíveis.
Em nome de teu filho amado Jesus - Amem".

"Quando estiverdes orando,
perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém,
para que também vosso Pai que está no céu,
vos perdoe as vossas ofensas". Marcos 11;25

Postado Por :::Lilica:::
Hora 10:11 AM
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Nome: Eliane
Idade:38 anos
Cidade:Americana SP
E-mail: lilica_mel@hotmail.com

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